E porque estreita é a porta, e apertado o caminho que leva à vida, e poucos há que a encontrem. Mateus 7:14
quarta-feira, 23 de abril de 2014
Eu era cego, agora vejo!
Texto: Se é pecador, não sei; uma coisa sei: eu era cego, e agora vejo. - João 9:25
1. A Condição deste Homem... Cego
-O resultado da cegueira é a incredulidade. (2 Coríntios 4:3-4)
-O efeito da cegueira é o pecado. (Mateus 6:23; João 3:19)
- O produtor da cegueira é Satanás. (2 Coríntios 4:4)
- A consequência da cegueira é a separação de Deus. (Efésios 4:18)
2. A Posição deste Homem... Um Mendigo
- O pecado leva o homem a vergonha. (Romanos 6:21; Jeremias 51:51)
- O pecado leva a tristeza e aflição. (Genesis 3:16-19; Jó 14:1)
-O pecado nos separa de pessoas queridas. (Lucas 8:27; Números 5:2;Levítico 13:45)
3. A Necessidade desse Homem... Misericórdia
a. Todos lhe desprezavam. (v. 48; João 5:7; Salmo 142:4)
b. Nenhum doutor lhe podia curar. (Marcos 5:26; João 9:32)
c. Ninguém o queria, por ser um mendigo. (v. 46)
d. Todos lhe ignoravam, exceto Jesus. (v. 48)
4. O Desejo deste Homem... Sua Visão
a. Os cegos desejam ver. (v. 51; Lucas 4:18; Mateus 4:24)
b. Os surdos desejam ouvir. (Mateus 12:22; Lucas 11:14)
c. Os atormentados desejam ser libertos. (Lucas 16:24; Mateus 15:22)
d. O pecador deseja ser liberto da condenação. (Lucas 18:13; Atos 16:30)
5. O Curador deste Homem... Jesus
a. Ele veio buscar e salvar. (Lucas 19:10; Mateus 18:11)
b. Ele deseja dar descanso aos cansados. (Mateus 11:28-30)
c. Ele livra os que clamam a Ele. (Joel 2:32; Romanos 10:13)
6. A mudança deste homem... Seguiu a Jesus
a. Ele mudou sua vida passada por uma nova vida. (2 Coríntios 5:17)
B. Ele negou a si mesmo para seguir a Jesus. (Mateus 16:23; 10:38; Lucas 19:5-8)
c. Ele abandonou tudo para seguir a Jesus. (v. 52; Lucas 5:11)
Autor: Pr.Aldenir Araújo
segunda-feira, 24 de março de 2014
Compromisso com Deus
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terça-feira, 18 de março de 2014
Cinco tipos de pessoas dentro da Igreja
Texto: Marcos 2.1-12
Introdução: Neste texto, encontramos cinco tipos de pessoas diferentes que podemos ver na igreja.
1) OS DOENTES (O paralítico - Mc. 2:3)
1. Igreja - lugar de cura
2. Em meu nome vocês vão curar, disse Jesus
3. Quem são os paralíticos que precisam ser curados? (1 Co. 11.30)
2) AQUELES QUE CARREGAM OS DOENTES. (Os verdadeiros amigos, Mc. 2:3b)
1. Os evangelistas anônimos.
2. Gente que busca os doentes, que transporta os que precisam de Jesus, que ora, que se doa.
3. Bem aventurado os misericordiosos.
3) OS QUE CRITICAM, PORQUE NUNCA ESTÃO SATISFEITOS. (Os insensíveis, Mc. 2:6,7)
1. Estão na igreja, mas não são igreja. (Pedras de tropeço).
2. Os que mais criticam são os que menos fazem.
3. Quem nada faz, nada vale.
4) OS QUE APENAS ASSISTEM (Mc. 2:2).
1. Os que estão presentes apenas para ver o que vai acontecer. (Os curiosos).
2. Estão envolvidos e não comprometidos.
3. Não
curam, não transportam o doente e não dizem absolutamente nada, os
indiferentes e às vezes ainda atrapalham a passagem dos outros.
5) AQUELES QUE CURAM (Os agentes da graça).
1. Em nome de Jesus (Orando)
2. Através da Palavra (Ministrando)
3. Através da comunhão (Salmo 133).
7 Características da nova liderança neopentecostal
Ao
longo dessas quase cinco décadas de ministério pastoral comecei a
observar a tendência da igreja brasileira e os rumos que tomou. Depois
que li uma pequena nota de Renato Vargens no blog http://www.pulpitocristao.com
achei que poderia contribuir acrescentando 7 características da nova
liderança pentecostal. Com o surgimento dos movimentos pentecostais
novos, comumente chamados de neopentecostais, algumas características se
tornam evidentes na liderança dessa parcela eclesiástica.
Contrariamente
às recomendações de Pedro aos líderes da igreja de que o líder deve ser
(1) testemunha (mártir) dos sofrimentos de Cristo; (2) de que não deve
exercer o pastoreamento por constrangimento, isto é, obrigado a
pastorear como se a igreja dependesse dele; (3) de que não deve andar de
olho no dinheiro alheio (sórdida ganância) e (4) de que não deve ser
dominador do povo, ou do rebanho porque este é de Deus, muitos dos
atuais líderes da igreja, especialmente os que ostentam o título de
apóstolos agem no sentido oposto. Procure ler o texto de 1 Pedro 5.1-4.
A
seguir colhi sete características dessa liderança atual - que não é
apenas da liderança neopentecostal, mas também de muitos líderes de
igrejas pentecostais históricas.
1.
Autoritarismo. Tais líderes advogam a si o direito de ter a palavra
final em questões doutrinárias e de práticas cristãs. Creem que podem
criar novos padrões de ensinamento e neles atrelar a congregação. Era
assim também no passado quando pastores de denominações pentecostais
decidiam o que o povo devia usar, o que pensar e em como viver.
Felizmente algumas denominações amadureceram e abandonaram tais práticas
que vêm sendo adotadas com grande ardor pelos novos líderes
pentecostais. As pessoas são orientadas a viverem conforme o pensamento
do líder e de maneira a agradá-lo. A "doutrina" ou ensinamento
apostólico foi por eles aperfeiçoado, porque tirou do povo o direito à
vida e de decidir o que fazer e de como viver.
2.
Dominadores do rebanho. Hoje os apóstolos, bispos, presbíteros e
pastores - não importa o título que ostentem - decidem se os membros
devem celebrar o Natal, os alimentos que devem comer, as festas que
podem participar, os DVDs que devem assistir e quais igrejas ou
congregações podem visitar.
Tal
autoritarismo não é próprio apenas de igrejas neopentecostais, mas
também de alguns que se dizem "igreja" sem nome; comunidades cristãs,
etc. que mantêm sob regras rígidas o comportamento e o estilo de vida de
seus membros, ou discípulos. É possível ver este autoritarismo em
várias denominações também. Nunca ouse pensar ou agir de maneira que
contrarie seu líder! O líder é o novo paradigma ou modelo de fé a ser
seguido, e não os modelos da Bíblia.
3.
Ganância financeira e luxúria. A ostentação de riqueza, o ganho fácil e
a confortável vida movida a aviões particular, helicópteros e festas
não é própria apenas dos neopentecostais, mas também de outros segmentos
da igreja - uma dessas igrejas, até bem tradicional, em que seu líder
se locomove para a casa da montanha de helicóptero, enquanto exige que
seus membros nem televisão possuam!
Enquanto
milhares de obreiros residem em casas modestas no meio de sua
comunidade, ao nível do povo que pastoreiam, vivendo na simplicidade,
buscando o mínimo de conforto, outros se afastam do meio do rebanho e
passam a viver em condomínios inacessíveis ao povo. Sua congregação não
tem acesso a casa deles - diferentemente de quando nossa casa estava
aberta aos irmãos. Essa é a nova cara da liderança eclesiástica da
igreja brasileira.
4.
Usam o púlpito como arma de ataque. Por trás do carisma que lhes é
peculiar tais ministros fazem o que querem com o povo; se justificam,
demonstram humildade e santidade e aproveitam para atacar sutilmente os
que lhe desobedecem as ordens. Frases como "aconteceu tal coisa porque
não ouviu o homem de Deus" é comum ouvir de seus lábios. É a
justificação de uma aparente santidade. As pessoas precisam vê-los como
homens de Deus, líderes espirituais íntegros; no púlpito diante de seu
povo riem, choram, profetizam, pulam, gesticulam e pregam mensagens de
prosperidade. Assim, conseguem encobrir do rebanho suas verdadeiras
intenções, para que este não se interesse em saber como é a vida deles
no dia a dia de sua vida particular.
E
grande parte dos crentes defende o estilo de vida de seus líderes, e se
dobra perante eles como faziam os escravos diante de seus senhores.
5. A
sacerdotização do ministério. Alguns desses novos líderes criaram a
nova casta de "levitas" que são os que cuidam do louvor da igreja, mas
criaram também a "família sacerdotal" que é composta do líder e de seus
familiares, num atentado grotesco ao verdadeiro sacerdócio de Jesus
Cristo. Muitos, ainda que reneguem publicamente tal conceito,
ostentam-no no ensino aos seus líderes, isto é, estes são orientados a
considerá-los sacerdotes de Cristo a serviço do povo. "Nós somos
sacerdotes" de Deus para cuidar do rebanho, dizem, quando biblicamente
toda a igreja é povo sacerdotal!
6.
O reino deles é deste mundo. A nova liderança dos neopentecostais tem
outro foco que não é o reino de Deus futuro, mas o reino deles, agora.
Eles têm prazer nas coisas do mundo. Seu império particular e o império
de sua denominação ou de suas comunidades constituem o reino deles na
terra. Enquanto todos os demais trabalham para a vinda do reino, esses
novos líderes creem que estão no reino, e que já são príncipes de Cristo
aqui na terra. E para viver como príncipes, formam seu séquito de
seguidores que os servem humildemente. Enquanto Jesus apontava para a
chegada iminente do reino de Deus, a nova liderança da igreja crê que
vive o reino, aqui e agora!
Por
isso intrometem-se na política, pensando que por ela governarão na
terra e trarão o governo de Cristo aos homens. E, da mesma forma que
entram na política e buscam para si títulos políticos, se prostituem com
o sistema e podem ser vistos agradecendo a Deus pelas graças recebidas,
como no caso dos deputados evangélicos neopentecostais do Distrito
Federal. Estes são a pontinha do iceberg, porque existem milhares de
pastores vendidos ao mundo e que recebem polpudas somas de dinheiro para
transformar sua congregação em curral eleitoral.
7.
Acreditam que o juízo dos crentes não é para eles; porque estão acima
dos demais. Por isso, perderam o temor de Deus e nem imaginam o que lhes
espera no dia do juízo de Cristo, quando todos haveremos de prestar
contas. Quando se perde o temor de Deus leva-se uma vida desenfreada de
pecado, escondida sob o manto da espiritualidade e da vida piedosa.
Criticam
a Balaão mas vivem como ele, profetizando em nome de Deus, mas de olho
nos bens de Balaque - porque são insaciáveis financeiramente. São estes
os novos líderes que à semelhança de Coré, Datã e Abirão defendem seu
sacerdócio e proclamam que também "têm direitos espirituais", como nos
dias de Moisés. À semelhança de Caim pecam voluntaria e conscientemente,
esquecendo que já receberam na testa o sinal de Deus que os manterá sob
juízo e condenação.
À
luz dessas sete características é possível identificar o tipo de igreja
que se frequenta, o tipo de líder que se obedece e decidir se deve
seguir o caminho do discipulado cristão ou se fará parte do novo reino
dos deuses da terra.
João A. de Souza Filho
Dezembro de 2009
domingo, 16 de fevereiro de 2014
Pecado; a pior prisão que existe!
Texto: Marcos: 15:7
Introdução: O texto nos diz sobre um homem chamado Barrabás, que foi preso e estava simplesmente esperando a execução. Não há muito na Bíblia sobre Barrabás. Não há nada sobre a sua juventude ou seus pais. Parece que Barrabás pode ter sido criado com a turma errada e ele definitivamente estava andando com as pessoas erradas.Sabemos que ele está na prisão com outros que fizeram uma insurreição contra o governo e cometeram homicídio. Ele também era um ladrão de acordo com João 18:40 e Atos 3:14. Durante anos, ele tinha estado cometendo crimes com seus amigos, até que foi finalmente capturado e colocado em algum lugar, de onde ele não podia sair.
Eu quero pregar sobre este assunto: “Pecado; a pior prisão que existe”.
1-Ele estava preso a seu pecado
- E havia um, chamado Barrabás, que estava preso. (Marcos 15:7).
o e muitos de vocês nem
sabem como chegaram lá. Tudo o que você sabe é que você está lá e você não quer
estar.
2- Ele estava com aqueles que lhe prometeram muito, mas lhe deram o
mínimo.
- Ele estava preso com aqueles que tinham feito o
motim juntamente com ele. (Marcos 15:7).
- Ele havia seguido a multidão errada e agora ele
era o único que ia pagar por isso.
- Em nenhum lugar da Bíblia você encontra os
outros que estavam com ele, serem condenados a morrer a morte que Barrabás foi
condenado.
- Muitos de vocês que estão ouvindo a minha voz
simplesmente seguiram a multidão errada e agora você é o único a pagar por
isso.
- Eles arrastaram você para longe de Deus e as pessoas
que amam você, e agora eles se foram e deixaram você em uma prisão escura e
fria para morrer.
- Você é o único a sofrer as consequências.
3- Ele estava em um lugar onde ele não podia sair
- Ele estava na prisão. (João 23:19)
- A prisão é um lugar onde há trancas e a câmara
da morte está lá.
- Muitos de vocês nesta manhã estão detidos na
prisão de pecados.
- É um lugar frio, escuro e solitário.
- É frio e escuro, porque não há luz brilhando.
- Você percebe que uma pessoa que permanece no
escuro por um longo período de tempo se torna cego fisicamente. Alguns estão no
escuro por muito tempo.
- É solitário porque não há amor na prisão. Há
apenas raiva e tristeza e a angustia de querer saber como você chegou lá.
- Já passou pela sua mente como você pode sair?
4- Ele precisava de alguém para abrir a porta
- Barrabás não poderia desbloquear seus grilhões
por conta própria.
- Ele não tinha a chave da porta.
- Tudo o que ele sabia era que ele nunca teve a
chance de sair por aquela porta que o segurava, o prendia.
- Um dia a oportunidade surgiu, não por acidente,
mas um homem chamado Jesus pagou a sua fiança.
5- Você nunca leu que Barrabás esteve na prisão
novamente.
Conclusão: “E
conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” João 8:32
Autor:Pr.Aldenir Araújo
Autor:Pr.Aldenir Araújo
As atitudes de Jesus em relação ao nosso sofrimento
Introdução: Em muitas passagens
bíblicas, nós podemos ver que foram as pessoas que foram até Jesus em busca de
um milagre, algumas se humilharam, outras clamaram desesperadamente pelo seu
nome, mas nesta passagem nós vemos algo incomum, vemos o próprio Cristo tomando
a iniciativa para agir na vida de uma pobre viúva.
Ela
não clamou, não se humilhou e nem tocou Nele, porém ela estava chorando pela
morte de seu filho.
Nesta
passagem podemos compreender o quanto Jesus ama o ser humano, e o quanto ele se
preocupa conosco, Ele não tem prazer no nosso sofrimento e muito menos na nossa
dor.
Vamos analisar as atitudes de Jesus em relação ao
sofrimento da viúva.
Jesus olhou para aquela mulher. v.13 (Ele olha pra
você)
Muitas
das vezes achamos que Jesus não está nos vendo, ou não sem importa conosco, mas
em meio aquela multidão que carregava o esquife, Jesus a procurou com o seu
olhar, e a atenção do mestre estava voltada pra ela.
Ele
nos vê e nos conhece e jamais vai nos desamparar.
Jesus moveu-se de compaixão. v13 (Ele se compadece
de nós)
Jesus
compreendeu a dor daquela mulher e se compadeceu dela, quando Jesus olha para
nós ele se compadece e sente a nossa dor, ele não é frio e calculista, ele não
é desleixado com os seus filhos, ele nos ama e conhece as nossas tristezas.
A
nossa dor é a dor dele, o nosso sofrimento é o sofrimento dele, Ele me ama.
Jesus disse-lhe “não chores”v.13 (Ele sempre tem
uma palavra)
Ele
jamais vai deixar de falar conosco, ele sempre terá uma palavra para nos
fortalecer, as lutas podem ser difícil, e as muralhas podem ser grandes, mas o
cordeiro de Deus sempre falará com a sua voz suave aos nossos ouvidos, nos
dando força e graça para suportar as dificuldades.
Jesus se aproximou dela v.14 (Ele sempre esta do
nosso lado)
Vemos
claramente que iniciativa foi de Jesus, tudo o que Ele quer é se aproximar de
nós e estar do nosso lado, é poder nos ajudar e agir em nós.
Deixe
Ele se aproximar de você e enxugar as suas lagrimas, deixe Ele ficar do seu
lado e te consolar.
Jesus tocou no esquife v.15 (Ele age em nosso
favor)
O
grande problema daquela mulher era justamente aquele esquife, que agora levava
o seu filho para o tumulo, ali esta sendo sepultada a sua família, a sua
alegria.
Em
qual área de sua vida que Jesus precisa tocar, não o impeça de tocar no que é
preciso, entregue a sua vida pra e somente confia no seu poder, pois a sua
graça se aperfeiçoa na nossa fraqueza.
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