quarta-feira, 23 de abril de 2014

Eu era cego, agora vejo!




Texto: Se é pecador, não sei; uma coisa sei: eu era cego, e agora vejo. - João 9:25

1. A Condição deste Homem... Cego

-O resultado da cegueira é a incredulidade. (2 Coríntios 4:3-4)
-O efeito da cegueira é o pecado. (Mateus 6:23; João 3:19)

- O produtor da cegueira é Satanás. (2 Coríntios 4:4)
- A consequência da cegueira é a separação de Deus. (Efésios 4:18)

2. A Posição deste Homem... Um Mendigo

- O pecado leva o homem a vergonha. (Romanos 6:21; Jeremias 51:51)
- O pecado leva a tristeza e aflição. (Genesis 3:16-19; Jó 14:1)
-O pecado nos separa de pessoas queridas. (Lucas 8:27; Números 5:2;Levítico 13:45)

3. A Necessidade desse Homem... Misericórdia

a. Todos lhe desprezavam. (v. 48; João 5:7; Salmo 142:4)
b. Nenhum doutor lhe podia curar. (Marcos 5:26; João 9:32)
c. Ninguém o queria, por ser um mendigo. (v. 46)
d. Todos lhe ignoravam, exceto Jesus. (v. 48)

4. O Desejo deste Homem... Sua Visão

a. Os cegos desejam ver. (v. 51; Lucas 4:18; Mateus 4:24)
b. Os surdos desejam ouvir. (Mateus 12:22; Lucas 11:14)
c. Os atormentados desejam ser libertos. (Lucas 16:24; Mateus 15:22)
d. O pecador deseja ser liberto da condenação. (Lucas 18:13; Atos 16:30)

5. O Curador deste Homem... Jesus

a. Ele veio buscar e salvar. (Lucas 19:10; Mateus 18:11)
b. Ele deseja dar descanso aos cansados. (Mateus 11:28-30)
c. Ele livra os que clamam a Ele. (Joel 2:32; Romanos 10:13)

6. A mudança deste homem... Seguiu a Jesus

a. Ele mudou sua vida passada por uma nova vida. (2 Coríntios 5:17)
B. Ele negou a si mesmo para seguir a Jesus. (Mateus 16:23; 10:38; Lucas 19:5-8)
c. Ele abandonou tudo para seguir a Jesus. (v. 52; Lucas 5:11)

Autor: Pr.Aldenir Araújo

segunda-feira, 24 de março de 2014

Compromisso com Deus






Texto: "Vós sois meus amigos, se fazeis o que eu vos mando" (Jo 15:14).
Introdução: O Nosso Deus é um Deus de compromisso, Ele está comprometido conosco 24 horas, Ele tem uma aliança conosco e um compromisso de nos guiar, nos guardar, nos proteger, nos fortalecer, nos curar e nos suprir em todas as nossas necessidades – “Vós estais, hoje, todos perante o Senhor, vosso Deus: os cabeças de vossas tribos, vossos anciãos e os vossos oficiais, todos os homens de Israel, os vossos meninos, as vossas mulheres e o estrangeiro que está no meio do vosso arraial, desde o vosso rachador de lenha até ao vosso tirador de água, para que entres na aliança do Senhor, teu Deus, e no juramento que, hoje, o Senhor, teu Deus, faz contigo” (Dt. 29:10-12).
 
O que significa ser comprometido com Deus?
 
Você é comprometido com Deus?
 
1) O COMPROMISSO COM DEUS EXIGE RENÚNCIA
"Se alguém vem a mim e não aborrece a seu pai, e mãe, e mulher, e filhos, e irmãos, e irmãs e ainda a sua própria vida, não pode ser meu discípulo. E qualquer que não tomar a sua cruz e vier após mim não pode ser meu discípulo" (Lc 14:26,27).
a) Renúncia do Eu
b) Da carne (desejos pecaminosos)
c) Do pecado
d) Dos meus projetos pessoais


2) O COMPROMISSO COM DEUS EXIGE DISCIPLINA
a) Disciplina da oração – Lc 18:1
b) Disciplina na meditação na palavra
c) Disciplina do jejum
d) Disciplina da consagração
e) Disciplina no enchimento do Espírito Santo - Ef 05:18
f) Disciplina na comunhão com o corpo (igreja) - Rm 12:1-12

3) O COMPROMISSO COM DEUS EXIGE PERSEVERANÇA
a) Precisamos vencer o cansaço
b) Vencer a comodidade
c) Os falsos sentimentos
d) A falsa espiritualidade
e) As condições adversas.

4) O QUE DETERMINA O NOSSO COMPROMISSO COM DEUS
a) O nosso amor a Jesus - Jo 15:13
b) O nosso desejo de exercitar os dons que recebemos
c) A consciência do nosso chamado - Jo 15:1-4,16; Mt 28:19,20.
Conclusão: Até que ponto você é comprometido com Deus?

terça-feira, 18 de março de 2014

Cinco tipos de pessoas dentro da Igreja


 

Texto: Marcos 2.1-12

Introdução: Neste texto, encontramos cinco tipos de pessoas diferentes que podemos ver na igreja.
1)   OS DOENTES (O paralítico - Mc. 2:3)
1.    Igreja - lugar de cura
2.    Em meu nome vocês vão curar, disse Jesus
3.    Quem são os paralíticos que precisam ser curados? (1 Co. 11.30)
2)  AQUELES QUE CARREGAM OS DOENTES. (Os verdadeiros amigos, Mc. 2:3b)
1.    Os evangelistas anônimos.
2.    Gente que busca os doentes, que transporta os que precisam de Jesus, que ora, que se doa.
3.    Bem aventurado os misericordiosos.
3) OS QUE CRITICAM, PORQUE NUNCA ESTÃO SATISFEITOS. (Os insensíveis, Mc. 2:6,7)
1.    Estão na igreja, mas não são igreja. (Pedras de tropeço).
2.    Os que mais criticam são os que menos fazem.
3.    Quem nada faz, nada vale.
4) OS QUE APENAS ASSISTEM (Mc. 2:2).
1.    Os que estão presentes apenas para ver o que vai acontecer. (Os curiosos).
2.    Estão envolvidos e não comprometidos.
3.    Não curam, não transportam o doente e não dizem absolutamente nada, os indiferentes e às vezes ainda atrapalham a passagem dos outros.
5) AQUELES QUE CURAM (Os agentes da graça).
1.    Em nome de Jesus (Orando)
2.    Através da Palavra (Ministrando)
3.    Através da comunhão (Salmo 133).

7 Características da nova liderança neopentecostal

 
Ao longo dessas quase cinco décadas de ministério pastoral comecei a observar a tendência da igreja brasileira e os rumos que tomou. Depois que li uma pequena nota de Renato Vargens no blog http://www.pulpitocristao.com achei que poderia contribuir acrescentando 7 características da nova liderança pentecostal. Com o surgimento dos movimentos pentecostais novos, comumente chamados de neopentecostais, algumas características se tornam evidentes na liderança dessa parcela eclesiástica.
Contrariamente às recomendações de Pedro aos líderes da igreja de que o líder deve ser (1) testemunha (mártir) dos sofrimentos de Cristo; (2) de que não deve exercer o pastoreamento por constrangimento, isto é, obrigado a pastorear como se a igreja dependesse dele; (3) de que não deve andar de olho no dinheiro alheio (sórdida ganância) e (4) de que não deve ser dominador do povo, ou do rebanho porque este é de Deus, muitos dos atuais líderes da igreja, especialmente os que ostentam o título de apóstolos agem no sentido oposto. Procure ler o texto de 1 Pedro 5.1-4.
A seguir colhi sete características dessa liderança atual - que não é apenas da liderança neopentecostal, mas também de muitos líderes de igrejas pentecostais históricas.
1. Autoritarismo. Tais líderes advogam a si o direito de ter a palavra final em questões doutrinárias e de práticas cristãs. Creem que podem criar novos padrões de ensinamento e neles atrelar a congregação. Era assim também no passado quando pastores de denominações pentecostais decidiam o que o povo devia usar, o que pensar e em como viver. Felizmente algumas denominações amadureceram e abandonaram tais práticas que vêm sendo adotadas com grande ardor pelos novos líderes pentecostais. As pessoas são orientadas a viverem conforme o pensamento do líder e de maneira a agradá-lo. A "doutrina" ou ensinamento apostólico foi por eles aperfeiçoado, porque tirou do povo o direito à vida e de decidir o que fazer e de como viver. 
2. Dominadores do rebanho. Hoje os apóstolos, bispos, presbíteros e pastores - não importa o título que ostentem - decidem se os membros devem celebrar o Natal, os alimentos que devem comer, as festas que podem participar, os DVDs que devem assistir e quais igrejas ou congregações podem visitar.
Tal autoritarismo não é próprio apenas de igrejas neopentecostais, mas também de alguns que se dizem "igreja" sem nome; comunidades cristãs, etc. que mantêm sob regras rígidas o comportamento e o estilo de vida de seus membros, ou discípulos. É possível ver este autoritarismo em várias denominações também. Nunca ouse pensar ou agir de maneira que contrarie seu líder! O líder é o novo paradigma ou modelo de fé a ser seguido, e não os modelos da Bíblia.
3. Ganância financeira e luxúria. A ostentação de riqueza, o ganho fácil e a confortável vida movida a aviões particular, helicópteros e festas não é própria apenas dos neopentecostais, mas também de outros segmentos da igreja - uma dessas igrejas, até bem tradicional, em que seu líder se locomove para a casa da montanha de helicóptero, enquanto exige que seus membros nem televisão possuam!
Enquanto milhares de obreiros residem em casas modestas no meio de sua comunidade, ao nível do povo que pastoreiam, vivendo na simplicidade, buscando o mínimo de conforto, outros se afastam do meio do rebanho e passam a viver em condomínios inacessíveis ao povo. Sua congregação não tem acesso a casa deles - diferentemente de quando nossa casa estava aberta aos irmãos. Essa é a nova cara da liderança eclesiástica da igreja brasileira.
4. Usam o púlpito como arma de ataque. Por trás do carisma que lhes é peculiar tais ministros fazem o que querem com o povo; se justificam, demonstram humildade e santidade e aproveitam para atacar sutilmente os que lhe desobedecem as ordens. Frases como "aconteceu tal coisa porque não ouviu o homem de Deus" é comum ouvir de seus lábios. É a justificação de uma aparente santidade. As pessoas precisam vê-los como homens de Deus, líderes espirituais íntegros; no púlpito diante de seu povo riem, choram, profetizam, pulam, gesticulam e pregam mensagens de prosperidade. Assim, conseguem encobrir do rebanho suas verdadeiras intenções, para que este não se interesse em saber como é a vida deles no dia a dia de sua vida particular.
E grande parte dos crentes defende o estilo de vida de seus líderes, e se dobra perante eles como faziam os escravos diante de seus senhores.
5. A sacerdotização do ministério. Alguns desses novos líderes criaram a nova casta de "levitas" que são os que cuidam do louvor da igreja, mas criaram também a "família sacerdotal" que é composta do líder e de seus familiares, num atentado grotesco ao verdadeiro sacerdócio de Jesus Cristo. Muitos, ainda que reneguem publicamente tal conceito, ostentam-no no ensino aos seus líderes, isto é, estes são orientados a considerá-los sacerdotes de Cristo a serviço do povo. "Nós somos sacerdotes" de Deus para cuidar do rebanho, dizem, quando biblicamente toda a igreja é povo sacerdotal!
6. O reino deles é deste mundo. A nova liderança dos neopentecostais tem outro foco que não é o reino de Deus futuro, mas o reino deles, agora. Eles têm prazer nas coisas do mundo. Seu império particular e o império de sua denominação ou de suas comunidades constituem o reino deles na terra. Enquanto todos os demais trabalham para a vinda do reino, esses novos líderes creem que estão no reino, e que já são príncipes de Cristo aqui na terra. E para viver como príncipes, formam seu séquito de seguidores que os servem humildemente. Enquanto Jesus apontava para a chegada iminente do reino de Deus, a nova liderança da igreja crê que vive o reino, aqui e agora!
Por isso intrometem-se na política, pensando que por ela governarão na terra e trarão o governo de Cristo aos homens. E, da mesma forma que entram na política e buscam para si títulos políticos, se prostituem com o sistema e podem ser vistos agradecendo a Deus pelas graças recebidas, como no caso dos deputados evangélicos neopentecostais do Distrito Federal. Estes são a pontinha do iceberg, porque existem milhares de pastores vendidos ao mundo e que recebem polpudas somas de dinheiro para transformar sua congregação em curral eleitoral.
7. Acreditam que o juízo dos crentes não é para eles; porque estão acima dos demais. Por isso, perderam o temor de Deus e nem imaginam o que lhes espera no dia do juízo de Cristo, quando todos haveremos de prestar contas. Quando se perde o temor de Deus leva-se uma vida desenfreada de pecado, escondida sob o manto da espiritualidade e da vida piedosa.
 Criticam a Balaão mas vivem como ele, profetizando em nome de Deus, mas de olho nos bens de Balaque - porque são insaciáveis financeiramente. São estes os novos líderes que à semelhança de Coré, Datã e Abirão defendem seu sacerdócio e proclamam que também "têm direitos espirituais", como nos dias de Moisés. À semelhança de Caim pecam voluntaria e conscientemente, esquecendo que já receberam na testa o sinal de Deus que os manterá sob juízo e condenação.
À luz dessas sete características é possível identificar o tipo de igreja que se frequenta, o tipo de líder que se obedece e decidir se deve seguir o caminho do discipulado cristão ou se fará parte do novo reino dos deuses da terra.

João A. de Souza Filho
Dezembro de 2009

domingo, 16 de fevereiro de 2014

Pecado; a pior prisão que existe!


Texto: Marcos: 15:7

Introdução: O texto nos diz sobre um homem chamado Barrabás, que foi preso e estava simplesmente esperando a execução. Não há muito na Bíblia sobre Barrabás. Não há nada sobre a sua juventude ou seus pais. Parece que Barrabás pode ter sido criado com a turma errada e ele definitivamente estava andando com as pessoas erradas.Sabemos que ele está na prisão com outros que fizeram uma insurreição contra o governo e cometeram homicídio. Ele também era um ladrão de acordo com João 18:40 e Atos 3:14. Durante anos, ele tinha estado cometendo crimes com seus amigos, até que foi finalmente capturado e colocado em algum lugar, de onde ele não podia sair.
Eu quero pregar sobre este assunto: “Pecado; a pior prisão que existe”.
1-Ele estava preso a seu pecado
- E havia um, chamado Barrabás, que estava preso. (Marcos 15:7).
o e muitos de vocês nem sabem como chegaram lá. Tudo o que você sabe é que você está lá e você não quer estar.
2- Ele estava com aqueles que lhe prometeram muito, mas lhe deram o mínimo.
- Ele estava preso com aqueles que tinham feito o motim juntamente com ele. (Marcos 15:7).
- Ele havia seguido a multidão errada e agora ele era o único que ia pagar por isso.
- Em nenhum lugar da Bíblia você encontra os outros que estavam com ele, serem condenados a morrer a morte que Barrabás foi condenado.
- Muitos de vocês que estão ouvindo a minha voz simplesmente seguiram a multidão errada e agora você é o único a pagar por isso.
- Eles arrastaram você para longe de Deus e as pessoas que amam você, e agora eles se foram e deixaram você em uma prisão escura e fria para morrer.
- Você é o único a sofrer as consequências.
3- Ele estava em um lugar onde ele não podia sair
- Ele estava na prisão. (João 23:19)
- A prisão é um lugar onde há trancas e a câmara da morte está lá.
- Muitos de vocês nesta manhã estão detidos na prisão de pecados.
- É um lugar frio, escuro e solitário.
- É frio e escuro, porque não há luz brilhando.
- Você percebe que uma pessoa que permanece no escuro por um longo período de tempo se torna cego fisicamente. Alguns estão no escuro por muito tempo.
- É solitário porque não há amor na prisão. Há apenas raiva e tristeza e a angustia de querer saber como você chegou lá.
- Já passou pela sua mente como você pode sair?
4- Ele precisava de alguém para abrir a porta
- Barrabás não poderia desbloquear seus grilhões por conta própria.
- Ele não tinha a chave da porta.
- Tudo o que ele sabia era que ele nunca teve a chance de sair por aquela porta que o segurava, o prendia.
- Um dia a oportunidade surgiu, não por acidente, mas um homem chamado Jesus pagou a sua fiança.

5- Você nunca leu que Barrabás esteve na prisão novamente.

Conclusão: “E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” João 8:32

Autor:Pr.Aldenir Araújo




As atitudes de Jesus em relação ao nosso sofrimento



Introdução: Em muitas passagens bíblicas, nós podemos ver que foram as pessoas que foram até Jesus em busca de um milagre, algumas se humilharam, outras clamaram desesperadamente pelo seu nome, mas nesta passagem nós vemos algo incomum, vemos o próprio Cristo tomando a iniciativa para agir na vida de uma pobre viúva.
Ela não clamou, não se humilhou e nem tocou Nele, porém ela estava chorando pela morte de seu filho.
Nesta passagem podemos compreender o quanto Jesus ama o ser humano, e o quanto ele se preocupa conosco, Ele não tem prazer no nosso sofrimento e muito menos na nossa dor.


Vamos analisar as atitudes de Jesus em relação ao sofrimento da viúva.

Jesus olhou para aquela mulher. v.13 (Ele olha pra você)
Muitas das vezes achamos que Jesus não está nos vendo, ou não sem importa conosco, mas em meio aquela multidão que carregava o esquife, Jesus a procurou com o seu olhar, e a atenção do mestre estava voltada pra ela.
Ele nos vê e nos conhece e jamais vai nos desamparar.

Jesus moveu-se de compaixão. v13 (Ele se compadece de nós)
Jesus compreendeu a dor daquela mulher e se compadeceu dela, quando Jesus olha para nós ele se compadece e sente a nossa dor, ele não é frio e calculista, ele não é desleixado com os seus filhos, ele nos ama e conhece as nossas tristezas.
A nossa dor é a dor dele, o nosso sofrimento é o sofrimento dele, Ele me ama.

Jesus disse-lhe “não chores”v.13 (Ele sempre tem uma palavra)
Ele jamais vai deixar de falar conosco, ele sempre terá uma palavra para nos fortalecer, as lutas podem ser difícil, e as muralhas podem ser grandes, mas o cordeiro de Deus sempre falará com a sua voz suave aos nossos ouvidos, nos dando força e graça para suportar as dificuldades.

Jesus se aproximou dela v.14 (Ele sempre esta do nosso lado)
Vemos claramente que iniciativa foi de Jesus, tudo o que Ele quer é se aproximar de nós e estar do nosso lado, é poder nos ajudar e agir em nós.
Deixe Ele se aproximar de você e enxugar as suas lagrimas, deixe Ele ficar do seu lado e te consolar.

Jesus tocou no esquife v.15 (Ele age em nosso favor)
O grande problema daquela mulher era justamente aquele esquife, que agora levava o seu filho para o tumulo, ali esta sendo sepultada a sua família, a sua alegria.

Em qual área de sua vida que Jesus precisa tocar, não o impeça de tocar no que é preciso, entregue a sua vida pra e somente confia no seu poder, pois a sua graça se aperfeiçoa na nossa fraqueza.